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| Fotografia Pinhole, 2014 |
domingo, 16 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
WORKSHOP DE FOTOGRAFIA PINHOLE
No Museu de Angra do Heroísmo.
Inscrições pelos:
Telefone Geral 295 240 800
Secretariado 295 240 80
Fax 295 240 817/295 240 818
Vem aprender a fazer fotografias com máquinas construidas com caixas de cartão.
Aprenderás igualmente a revelar fotografias com café!
Aparece!
quarta-feira, 5 de março de 2014
Tudo é Amor
Por vezes o Grande Arquitecto manifesta-se de forma compreensível.
Já o li em textos simples,
Já o vi em monumentos perfeitos,
Já o ouvi na Retorica e na Logica.
Desta vez mostrou-se na forma de um desenho em lápis de carvão pela mão de uma criança,
Como que lembrando que o Universo é AMOR.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
#Pinhole Revisitada / #Pinhole Revisited
Roupa ao Vento.
Fotografia pinhole sobre filme colorido.
Exposição de 15 segs.
Évora, Verão de 2010
Cloth to the Wind.
Pinhole photography on color film.
Exposure time 15 s.
Evora, Summer 2010
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Uma tarde diferente.....
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| Fotografia Pinhole por elementos do presente Workshop Papel Fotográfico Agfa Revelador: Café com Detergente da Roupa. Máquina Pinhole @64segs - EV 12 |
Para além do que aqui se vai experimentando e divulgando em torno da Luz sempre que possível deixo o digital e o distante e procuro o real e próximo.
Nesses dias Nada levo.
Apenas uma lata vazia, um alfinete, café, detergente da roupa e um papel impregnado com os velhos sais lunares.
mas,
como que por magia,
trago muito.
O tanto quanto ficou.
Daqui a uns dias darei conta desta ultima actividade.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Workshop
A convite da Santa Casa da Misericórdia da Praia da Vitória - Núcleo de Prevenção da Violência Doméstica, lá levarei as latas, papeis, tesouras, colas, quebrantos e quejandos em uso no ensino da fotografia pinhole.
Com muito gosto.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
...mesmo na obscuridade mais profunda....
Partindo de algo que não se extingue, porque latente em tudo o que existe,
houve alguém que quis que se partilhasse com a sala....
musica, palavra, luz todas dançaram naquele canto. Perfeito.
Acredito que,
Tudo já existe. Fisicamente ou não,
Algures, num qualquer canto do tempo aquilo que será
já se encontra, desde sempre, embrionário.
Até que um dia decide nascer,
Então,
Há uma altura que se começa por revelar na nossa mente
Alí se implanta e não desaparece,
Como uma comichão que nos impele a coçar.
Como uma moínha....
Se aquilo passa, morre.
Se não passa, torna-se inevitável que nasça.
Eis então que a Vontade se manifesta.
E tudo acontece.
Estranhos os caminhos da luz
Consumatum est.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Andei na Escola Primária e só pagava os livros escolares mas havia meninos e meninas que não os pagavam...chamava-se a isso Ensino Gratuito.
Andei no Ciclo e no Liceu e só pagava os livros escolares mas havia meninos e meninas que não os pagavam...chamava-se a isso Ensino Gratuito.
Andei na Universidade e só pagava os manuais escolares, e como não podia pagar alojamento, era-me oferecido e recebia uma pequena bolsa....chamava-se a isso Ensino Gratuito.
Mais tarde aprendi que há funções e serviços que não dão lucro e nem podem dar...mas que, por serem de natureza essencial são assegurados pela Sociedade....Educação, Defesa, Segurança, Saúde....
Pelo que, compreendi nessa altura porque é que só pagava os livros (e mesmo assim, não cabe aqui conversa mais alongada sobre o negócio dos manuais escolares, relação preço produção/venda, qualidade, volume, etc, etc, etc....)....
No entanto, de há uns tempos para cá a minha filha chega a casa e diz:
Pai....a professora diz que não há dinheiro para os marcadores para escrever no quadro, por isso cada menino deve trazer o seu de casa...
Pai....a professora diz que o plano de leitura obriga a que cada aluno leia uma obra por período... mas não há dinheiro para as fotocópias....todos os meninos têm que dar 30 cêntimos....
Pai...tens que mandar uma resma para a escola que não há folhas....
Felizmente, para mim, os marcadores e trinta cêntimos não me tiram o pão da mesa...mas tira-me a paciência para continuar a assistir aos passos de gigante do fim do Ensino Gratuito e Universal....
.
domingo, 1 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Temos que caminhar juntos.
| Fotografia de Miguel Bettencourt, aquando da visita do Jorge Serafim à Hora do Conto especial de Teatro do Núcleo de Prevenção da Violência Doméstica da SCMPV |
Não conseguiria ilustrar melhor, nem mesmo em pensamento...
Se queremos uma sociedade mais esclarecida, livre, justa, fraterna teremos de compreender a importância da leitura, do livro, do teatro...pois só assim teremos pessoas que irão ler, querer aprender, discutir o que parece óbvio, que questionarão.....
E para lançar essas sementes todos somos necessários:
- Pais, Educadores, Contadores, Instituições, Governo, Juntas, Bibliotecas....
Unidos em torno destes cidadãos em ponto pequeno....
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Parecem bandos de pardais à solta...
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| Hora do Conto no Clube de Oficiais - Projecto de promoção da Leitura e do Livro. Sessão de Ricardo Ávila. |
Uma bola de pano, num charco
Um sorriso traquina, um chuto
Na ladeira a correr, um arco
O céu no olhar, dum puto.
Uma fisga que atira a esperança
Um pardal de calções, astuto
E a força de ser criança
Contra a força dum chui, que é bruto.
Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos
Mas quando a tarde cai
Vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo
A aprenderem a ser homens.
As caricas brilhando na mão
A vontade que salta ao eixo
Um puto que diz que não
Se a porrada vier não deixo
Um berlinde abafado na escola
Um pião na algibeira sem cor
Um puto que pede esmola
Porque a fome lhe abafa a dor.
José Carlos Ary dos Santos
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
A Ilha de Arlequim
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| Realização: José (Zeca) Medeiros, duração 86 minutos, Estéreo, Cor. Idioma: Português, Legendas em Inglês e Italiano |
Ontem recebi amável convite para ir assistir à exibição do filme " A Ilha de Arlequim" no Auditório do Ramo Grande, aqui bem perto na Praia da Vitória.
Não poderia deixar de a ele aceder, por dois motivos:
Fora feito por uma das intervenientes, minha amiga de longa data, vizinha da longínqua Grândola e que agora partilha comigo a Insularidade Atlântica. (Omito o nome porque não sei se ela quer ser identificada como minha amiga de longa data.)
Depois, era a oportunidade de conhecer o Zeca Medeiros, quer visionando uma sua obra, quer pela troca de breves palavras que decerto ocorreriam...
E assim foi. Adentrei-me na noite de chuva e vento...deixando o conforto de casa.
Quando chego o filme já havia começado...
Foi fácil encontrar um bom lugar, numa escura e vazia sala que contudo era preenchida com a projecção e o ambiente cinéfilo.
Faltava(-me) apenas o fumo dos cigarros e o som da velha máquina de projecção.
Sentei-me. Confortavelmente. Com as pernas para o corredor.
De inicio, (reconhecendo aqui a minha ignorância nestas coisas dos filmes), antevejo um documentário sobre um qualquer barco que havia dado à costa numa das ilhas....Mantenho-me curioso...
...pouco a pouco, apercebo-me da sua magia à medida que as peças se vão juntando....
Zeca Medeiros, partindo de um infortúnio, vai unindo pedaços de acontecimentos caóticos mas conexos, construindo uma estória que nos transporta para uma reflexão, contemplativa e racional, sobre a nossa própria existência.
Lembro-me (porque nestas coisas gosto de comparar o complexo com o simples) dos livros para crianças que tinham apenas pequenos pontos para unir, descobrindo-se no final um desenho.
...neles os pontos estavam numerados, pelo que a imagem seria sempre a mesma. Antevia-se...mas...na vida... não é assim.
Como se diz a certa altura no filme: O Sonho? Acaso? é o Maior Arquitecto do Mundo.
Pois foi assim, como que repetindo os gestos das crianças com os seus lápis, que Zeca Medeiros e os seus amigos, unindo factos/pontos isolados como:
...Um barco encalha na Praia do Norte...Um contentor de um teatro de Milão dá à costa...No seu interior adereços do Arlequim...A peça a ilha dos Escravos em que Arlequim naufraga numa ilha... O Teatro de Giz
Pegou neles,
adormecidos e
adormecidos e
colocou-os por ordem,
deu-lhes um espaço e animou-os de tempo,
qual ritual,
re-ligando-os.
acordando-os...
acordando-os...
Mas como qualquer ritual, qualquer simbolo, o ensinamento que ele encerra será diferente em/para cada um de nós.
...isto porque os elementos são recolocados na nossa ordem ...porque a eles nos juntamos, nos re-ligamos....
Convido-vos a procurá-lo e a reescreve-lo com o vosso próprio Ser.
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