
Por ser Domingo termino com uma fotografia de um Sol. Não um Sol austéro que tudo queima, não um sol fraco de Inverno.
Um Sol benevolente.
Esta foi a primeira fotografia tirada com uma máquina chamada Dr. Pinóquio. Porquê?
Quando não havia a ponte de Castro-Marim, os carros esperavam e os donos dormiam enquanto o barco, no seu vaivém nocturno deixava os turistas espanhois do outro lado.
E chegamos ao fim do dia.
Esta fotografia foi tirada no ano passado em Monchique.
A filhota continua doente, e não se pode sair de casa.
Tenho a minha filhota doente. Isto está é para ficar em casa.



During the 1970s, magazines published in Communist Czechoslovakia were controlled by the state, like the majority of other enterprises. Very few good magazines were available and were difficult to get hold of, so people would borrow and exchange them when given the opportunity. This also applied to magazines aimed at young people, which was probably one of the reasons why almost everyone from my generation, when we get on to the subject of pinhole cameras, has fond memories of the cut-out paper camera known as Dirkon*, published in 1979 in the magazine ABC mladých techniků a přírodovědců [An ABC of Young Technicians and Natural Scientists].
Its creators, Martin Pilný, Mirek Kolář and Richard Vyškovský, came up with a functional pinhole camera made of stiff paper, designed for 35 mm film, which resembles a real camera. It may not be the most practical of devices, but it works!"
É assim que começa um artigo sobre a mais conhecida máquina de cartão pinhole do mundo: Dirkon.
Aconselho a que imprimam o modelo em papel grosso.
Boa Sorte!